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Fisco em Dia: O caos em virtude da política de preços da Petrobras II

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Fisco em Dia: Os caminhoneiros deflagraram movimento grevista e paralisaram o país. Depois, foi a vez dos petroleiros também cruzarem os braços. Em ambos os casos, as paralisações chamam a atenção para o principal problema dessas categorias e da sociedade brasileira: a nova política de preços da Petrobras.

Manifesto assinado por 21 professores da UFRJ afirma que a política de preços dos combustíveis, alinhados ao mercado internacional, prejudica o Brasil e visa aumentar os ganhos dos acionistas da petrolífera. Os professores consideram irracional a ideia do governo de conceder subsídio para importação de óleo diesel e afirmam que o objetivo é absorver a capacidade ociosa dos concorrentes do Brasil no mercado de petróleo.

Segundo o manifesto, “para superar essa crise, é indispensável rever essa política. No entanto, o governo decidiu preservá-la, propondo um subsídio para o diesel com reajustes mensais no seu preço, estimando que essas medidas custarão R$ 13 bilhões aos cofres públicos até o final do ano, dos quais mais de R$ 3 bilhões serão gastos para subsidiar o diesel importado. “O governo justifica essa medida econômica como necessária para preservar a competitividade do diesel importado”, afirmam os professores.

“É preciso que a sociedade fique atenta para o fato de o Brasil ter importado 25,4 milhões de barris de gasolina e 82,2 milhões de barris de diesel no ano passado, porém exportou 328,2 milhões de barris de petróleo bruto”, segundo informações desses profissionais da UFRJ. Na prática, esse petróleo foi refinado no exterior para atender o mercado doméstico, deixando nossas refinarias ociosas (31,9%) em março de 2018”, afirmam.

Ainda segundo o manifesto, “a Petrobras foi criada para garantir o suprimento doméstico de combustíveis com preços racionais. Não é razoável que o presidente da Petrobras declare que o petróleo produzido no Brasil é rentável a US$ 35 dólares/barril e proponha ofertá-lo aos brasileiros a US$ 70/barril”.

Enquanto não for atacado o verdadeiro problema que é a nova política de preços da Petrobras, o país precisará vivenciar constantes paralisações, até que o governo volte a fazer com que a Petrobras cumpra o seu principal papel: garantir o suprimento doméstico de combustíveis com preços racionais.

Preço da passagem dos coletivos

Baixar o valor do óleo diesel era um dos pontos mais controversos da pauta de reivindicações dos caminhoneiros, que conquistaram a redução em R$ 0,46 centavo por litro do combustível.

O custo do diesel é um dos itens que compõem a planilha de reajustes aplicados na correção da tarifa dos transportes coletivos.

Já que houve a diminuição do preço do combustível, o Sindifisco-PB cobra, por uma questão de justiça, a imediata redução do preço das passagens.

Reforma Tributária Solidária

A greve dos caminhoneiros chamou atenção do Brasil para vários problemas graves que assolam o País, um deles, a injusta carga tributária.

Pagar tributos é, antes de tudo, custear os indispensáveis serviços necessários à promoção da vida social, como escolas, hospitais, segurança. No entanto, o sistema tributário vigente penaliza o cidadão, especialmente os de menor renda, uma vez que os impostos incidem a maior parte sobre o consumo.

É fundamental pensar um modelo inovador. É o que tem feito a Federação Nacional do Fisco Estadual e Distrital (Fenafisco) e a Associação Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal do Brasil (Anfip) que empreendem o movimento “Reforma Tributaria Solidária.

O projeto de reforma tributária que vem sendo construído pelas duas entidades tem como eixo central diminuir a tributação no consumo e passar a cobrar mais na renda e no patrimônio, o que promoverá efetivamente a justiça fiscal.

Retomar a assembleia geral no próximo dia 13

O Sindifisco-PB retoma, no próximo dia 13, as discussões da assembleia geral extraordinária, iniciada quarta-feira última (29) e que não teve prosseguimento devido à greve de caminhoneiros, que impossibilitou uma maior participação de filiados ativos, aposentados e pensionistas.

Com a decisão de manter a assembleia geral em aberto, a diretoria do Sindicato permitirá que um grande número de filiados discuta e delibere a pauta, que é de extrema importância.

Desde já, a diretoria convoca os filiados para comparecer à sede do Sindifisco-PB e promover um amplo debate e relevantes tomadas de decisões.

Sábado tem arrasta-pé

Os filiados ao Sindifisco-PB se reúnem, no próximo sábado (9), no tradicional Forró Fiscando. Aquisição de mesa até o meio-dia da próxima sexta-feira, véspera da festança, que acontece no Clube Cabo Branco. Serão duas atrações animando o arraiá: Chico Forrozado (João Pessoa) e Gente Boa (Monteiro).

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Eleição para nova Mesa Diretora da Assembleia Legislativa acontece nesta terça-feira

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Uma nova eleição para Mesa Diretora da Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB) deve acontecer nesta terça-feira (26/11). O pleito ocorre após a aprovação do projeto de resolução 303/2024, que modificou o Regimento Interno da Casa e instituiu uma nova eleição para a mesa.

A medida acontece após a Procuradoria-Geral da República (PGR) acionar o Supremo Tribunal Federal (STF) pedindo que a reeleição antecipada do deputado estadual Adriano Galdino (Republicanos) como presidente da Casa Legislativa seja oficialmente anulada para o biênio 2025/2026. Segundo a PGR, a antecipação da dita eleição fere “os princípios da alternância do poder político e da temporalidade dos mandatos”.

No entanto, o parlamentar acredita que não haverá surpresas na recondução da presidência da Assembleia e expressou confiança em eleição por unanimidade.

A permanência dos membros também tem aprovação do governador João Azevêdo (PSB). De acordo com o gestor, existe tranquilidade em relação ao tema, uma vez que, em reunião com o presidente da ALPB, já havia exposto o desejo de que a composição da Mesa Diretora continuasse da mesma forma.

 

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Maior evento religioso da PB, Romaria da Penha ocorre neste sábado e deve reunir milhares de fiéis

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Redação do Portal da Capital

A tradicional Romaria da Penha, maior evento religioso do Estado, acontece neste sábado (23/11) em João Pessoa. Em um percurso de caminha com extensão de 14 quilômetros, milhares de fiéis participarão da 261ª edição da festa, que tem como tema “Senhora da Penha, porque ‘somos todos irmãos’, ajudai-nos a viver a fraternidade e a amizade social”.

Programação

Os eventos começam às 16h30, com a Carreata de Nossa Senhora da Penha. A imagem da santa será conduzida do Santuário da Penha, localizado no bairro da Penha, até a Igreja Nossa Senhora de Lourdes*, no Centro da cidade.

A Romaria tem início às 22h, partindo da Igreja de Lourdes em direção ao Santuário da Penha. A caminhada, que atrai devotos de diversas cidades e estados, deve terminar por volta das 3h30, com a celebração de uma missa campal presidida pelo arcebispo da Paraíba, Dom Manoel Delson.

Caminhada de fé

A Romaria da Penha é uma manifestação de fé que atrai pessoas de todas as idades, reunindo famílias, grupos de oração e comunidades paroquiais. Os fiéis caminham em oração e cânticos, muitos carregando velas ou imagens da santa, criando um ambiente de emoção e devoção.

O evento, que acontece há décadas, é considerado uma das maiores expressões de religiosidade popular do país e celebra a intercessão de Nossa Senhora da Penha, padroeira do Santuário e símbolo de proteção para os fiéis.

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Sudene aprova liberação de recursos do FDNE para parques eólicos da PB e RN

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Redação do Portal da Capital

A Sudene autorizou o pagamento de novas parcelas de financiamento, através do Fundo de Desenvolvimento do Nordeste (FDNE), para os parques eólicos Ventos de Santa Tereza 01 e Serra do Seridó II, IV, VI, VII e IX.

No total, a Diretoria Colegiada da autarquia aprovou o desembolso de R$ 70,8 milhões do fundo regional para estes empreendimentos que estão instalados no Rio Grande do Norte e na Paraíba.

“O FDNE é um dos principais instrumentos de financiamento para a energia renovável na nossa área de atuação, atraindo investimentos para o setor. Nos últimos anos, quase que a totalidade dos recursos do fundo foi destinada ao financiamento de implantação de parques de energia solar e eólica, contribuindo para o papel de destaque que o Nordeste tem na transição energética”, afirmou o superintendente Danilo Cabral. Ele frisou que o Fundo é administrado pela Sudene e operado por instituições financeiras parceiras.

A empresa Ventos de Santa Tereza 01 investiu R$ 249,4 milhões no parque eólico de geração de energia no município de Pedro Avelino (RN). Desse valor, R$ 143,1 milhões foram financiados pelo FDNE, com projeto aprovado em 2022, dos quais já haviam sido liberados R$ 67,7 milhões.

A última aprovação foi referente à segunda parcela do financiamento. O projeto tem potência instalada de 41,3 MW de energia e vai gerar 90 empregos diretos e indiretos quando estiver em operação plena.

Os cinco parques eólicos Serra do Seridó, localizados no município de Junco do Seridó (PB), somam um investimento total de R$ 832,5 milhões, dos quais R$ 239 milhões são do FDNE.

Os valores liberados na última reunião da Diretoria Colegiada correspondem à quarta parcela do financiamento – no total, serão R$ 15,7 milhões. Essas unidades são da multinacional EDF Renewables e fazem parte do Complexo do Seridó, composto por 12 parques eólicos, que entraram em operação em julho do ano passado e têm capacidade total instalada de 480 MW.

O agente operador desses financiamentos é o Banco do Brasil. A Sudene conta com quatro instituições financeiras como agentes operadores do FDNE, além do BB. São elas Caixa Econômica Federal , Cooperativa de Crédito, Poupança e Investimento Sicredi Evolução, Banco do Nordeste (BNB) e Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais (BDMG).

O superintendente da Sudene, Danilo Cabral, destaca a importância do Fundo de Desenvolvimento do Nordeste para a região e reforça que a contratação de novos agentes operadores “fortalece a política de democratização de acesso ao crédito e contribui para uma maior interação com o setor produtivo, uma vez que essas instituições estão mais próximas da realidade local. “Essa ação está em sintonia com a aposta da Sudene em um diálogo mais efetivo que tenha, como consequência, a atração de novos negócios e a geração de emprego e renda”, afirmou.

Em fevereiro, foi assinado um protocolo de intenções para que o Banco do Estado de Sergipe (Banese) também passe a operar os recursos do FDNE. Para o diretor de Fundos, Incentivos e de Atração de Investimentos da Sudene, Heitor Freire, esse é um caminho para “democratizar os fundos regionais, que é uma orientação do Governo Federal, contribuindo para uma maior divulgação desse importante instrumento de ação, que é o fundo, e ampliando o acesso ao crédito”.

Heitor Freire falou sobre a importância do FDNE para o desenvolvimento regional. “Esse é um importante instrumento para a atração de investimentos para os 11 estados da área de atuação da instituição, com taxas bastante atrativas. Para 2024, há a disponibilidade de R$ 1,1 bilhão”, disse o gestor.

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